As respostas ficam no seu browser
A classificação corre localmente. Só os dados de identificação que preencher no fim são registados.
Certificação · ferramenta gratuita
Nove perguntas, cinco minutos. No fim sabe em que nível de risco o AI Act coloca o seu sistema, que obrigações lhe são exigíveis, que prazos correm contra si e que documentação vai ter de produzir.
As obrigações de transparência do Artigo 50.º tornam-se exigíveis a 2 de agosto de 2026 para qualquer organização que coloque conteúdo gerado por IA no mercado europeu. A Comissão publicou orientações a 20 de julho; a ANACOM ainda não tem unidade de enforcement constituída.
Não conhecemos outra ferramenta de avaliação ética de IA em português europeu, construída sobre o texto do regulamento e disponibilizada gratuitamente. Se conhecer, diga-nos e publicamos a ligação — o objetivo é o país cumprir, não a ENIA ter razão.
A classificação corre localmente. Só os dados de identificação que preencher no fim são registados.
É uma auto-avaliação orientativa baseada no texto do regulamento. A classificação final é responsabilidade do operador.
A ENIA não presta serviços de conformidade. Se precisar de ajuda, a reunião é gratuita e não termina em proposta.
Último passo
Estes dados servem um propósito concreto: ninguém sabe qual é o estado real da IA em Portugal, porque ninguém o mede. Este teste é o primeiro instrumento capaz de o medir — e só funciona se soubermos de que setor e de que dimensão vem cada resposta.
O INE mede se as empresas usam IA. Ninguém mede se essa IA está classificada, documentada e governada. É a lacuna mais consequente do diagnóstico nacional: sem ela, qualquer política de IA é feita às cegas.
Cada teste concluído passa a ser um ponto num gráfico público — distribuição de risco por setor e por dimensão de empresa. Publicamos o agregado, nunca o caso individual, salvo autorização expressa acima. Os dados não são partilhados com terceiros nem usados para vender nada, porque não vendemos nada.